Defender o património endógeno – raças autóctones; desenvolver e incentivar o turismo rural; desenvolver e apoiar iniciativas culturais; incentivar e apoiar o artesanato e a etnografia; ajudar o escoamento de produtos endógenos; contribuir para a animação do espaço rural; promover a formação profissional; desenvolver e apoiar o desenvolvimento de contactos, com organismos e entidades para tal vocacionadas.
A Rede das Aldeias do Xisto é constituída por 27 aldeias do interior da Região Centro de Portugal e assume-se como um projeto de desenvolvimento sustentável, de âmbito regional. Liderado pela ADXTUR - Agência para o Desenvolvimento Turístico das Aldeias do Xisto, o projeto integra 230 entidades, públicas e privadas, de entre as quais 23 Municípios, 3 Comunidades Intermunicipais, 7 Grupos de Ação Local e mais de 150 empresas a atuar no território. A ADXTUR congrega, assim, as vontades públicas e privadas de uma região, que se reveem na gestão partilhada de uma marca, na promoção conjunta de um território, na preservação da cultura e do património do mundo rural e na criação de riqueza através da oferta de serviços turísticos.
A criação da Rede de Castelos e Muralhas do Mondego respeitou uma antiga aliança…
No ano de 1064, D. Fernando Magno conquista Coimbra, um episódio capital no longo processo de reconquista Cristã. Doravante, Coimbra e a bacia do Mondego, assumem a defesa da fronteira entre dois mundos, o Cristão e o Muçulmano.
Ao comando desta nova fronteira está o Moçárabe Sesnando Davides. Criado na corte de Abbad II al-Mutadid, Sesnando coloca-se ao serviço de D. Fernando e é nomeado primeiro Governador de Coimbra, assumindo a guarda avançada do condado e recorrendo, para tal, a um conjunto de estruturas defensivas sob sua administração.
Os Castelos de Coimbra, Lousã, Miranda do Corvo, Montemor-o-Velho, Penela, Soure e a atalaia de Buarcos, formaram, entre outros, a Linha Defensiva do Mondego. A esta fronteira associaram-se anos mais tarde outras estruturas como o Castelo de Pombal, do Germanelo, da Ega ou de Santiago da Guarda, que vêm consolidar esta fronteira, palco de conflitos armados, de instabilidades e perigos, mas também de convivências, permeabilidades e amores.
Há uma história fascinante da qual somos legítimos herdeiros…
A Rede de Castelos e Muralhas do Mondego procura dignificar essa história e criar a partir do património histórico e cultural um produto turístico de excelência, assente na valorização da Linha Defensiva do Mondego e na mobilização de parceiros para a criação de dinâmicas conjuntas.
A Aldeias Históricas de Portugal – Associação de Desenvolvimento Turístico (AHP-ADT) é a entidade gestora da marca turística, contando com parceiros públicos e privados. Esta abordagem mista permite uma melhor comunicação entre todos os stakeholders do território e o desenvolvimento de ações orientadas para satisfazer as necessidades existentes e percebidas pelos agentes locais. Com sede em Belmonte, a AHPADT permite uma centralidade mais justa e um reconhecimento concreto de cada especificidade de cada aldeia e concelho.
A ALMARGEM é uma Associação sem fins lucrativos, e tem por objectivo defender e promover o património natural, histórico e cultural do Algarve. A Almargem é a associação de defesa do ambiente há mais tempo em atividade no Algarve.
A Associação de Municípios do Baixo Tâmega (AMBT) é uma Associação de Municípios de fins específicos de direito público, constituída em 17 de maio de 2000.
A sua configuração inicial diferia da atual. Os seus membros fundadores foram os municípios de Amarante, Baião, Cabeceiras de Basto, Celorico de Basto, Marco de Canaveses, Mondim de Basto. A história da AMBT é marcada pela saída de Mondim de Basto e Cabeceiras de Basto no ano de 2011 e pela saída do Marco de Canaveses em 2015 e respetivo regresso em 2018. O ano de 2019, assinala o ingresso de Resende na Associação.
Assim, na atualidade, integram a AMBT os Municípios de Amarante, Baião, Celorico de Basto e Marco de Canaveses e Resende, concelhos pertencentes ao Tâmega e Sousa, sub-região estatística portuguesa da NUT III.
A ARPT Centro de Portugal é uma associação sem fins lucrativos com membros dos sectores público e privado, responsável pela promoção da região Centro de Portugal nos mercados externos.
A Associação de Turismo do Porto e Norte, A.R. – Porto Convention & Visitors Bureau é uma organização sem fins lucrativos, fundada em 1995 por um conjunto de instituições com interesse no desenvolvimento da atividade turística no Porto e Norte de Portugal.

A Associação tem por fim desenvolver e promover externamente o Porto e Norte de Portugal como destino turístico, contribuindo decisivamente como catalisador da imagem de prestígio e notoriedade junto dos diversos mercados internacionais.
Nascida em 1970 com a missão de salvaguardar os interesses turísticos de todos os concelhos do distrito de Faro, a Região de Turismo do Algarve (RTA) tem-se dedicado à promoção, animação e informação turística daquele que é hoje o maior destino de férias de Portugal.